Centro de Informática da UFPE oferece especialização

Curso começa em de julho

Juliana Preto

Desenvolvimento de software com qualidade é o curso oferecido pelo Centro de Informática da UFPE (CIn) voltado para os profissionais da área de tecnologia que não possuem formação específica, como engenheiros, economistas e administradores e querem melhorar a atuação profissional no seu campo de trabalho. O curso começa em julho.

A especialização terá duração de 18 meses e vai contar com um módulo básico com três disciplinas de 30 horas cada. O módulo avançado vai conter seis disciplinas, de 45 horas cada. Ao final do curso, os alunos deverão fazer uma monografia. Para quem se interessou, basta entrar em contato pelo telefone 2126.8430. As inscrições acontecem até o dia 30 de junho.

Os projetos desenvolvidos pelo CIn são apoiados pela Fade/UFPE. A fundação atua, há 28 anos, no apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão da universidade. A Fade-UFPE é um dos principais elos entre o conhecimento acadêmico e a sociedade por meio de ações voltadas ao desenvolvimento educacional, cultural, tecnológico e científico.

Financiadora destina R$ 60 milhões para Pernambuco

Montante será investido na área de ciência, tecnologia e inovação

Juliana Preto

O Ministério da Ciência e Tecnologia e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) assinaram uma série de atos que somam um aporte de R$ 60 milhões que serão destinados à área de Ciência, Tecnologia e Inovação do estado de Pernambuco. A FINEP, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas.

Alguns dos projetos beneficiados com os recursos são apoiados pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE – Fade. São cinco convênios totalizando R$ 40 milhões. Entre eles, estão a rede de catálise Norte-Nordeste, modelagem e simulação computacionais para a indústria de petróleo e gás, consolidação e ampliação da infraestrutura da pesquisa e pós-graduação da UFPE, consolidação do laboratório multiusuário de nanotecnologia do Centro de Estratégias do Nordeste (Cetene) e criação do Centro Nacional de Tecnologia em União e Revestimento de Materiais (CNTM).

Com 29 anos de experiência, a Fade tem o objetivo de dar apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão da UFPE. A Fade é um dos principais elos entre o conhecimento acadêmico e a sociedade, através de ações voltadas ao desenvolvimento educacional, cultural, tecnológico e científico.

Fade-UFPE incentiva ginástica laboral

Atividade é realizada três vezes por semana

Juliana Preto

Atividade física orientada por um profissional, a ginástica laboral, prática realizada por trabalhadores coletivamente, vem sendo de grande utilidade na prevenção contra doenças causadas por esforços repetitivos. O objetivo da ginástica é melhorar a condição física do trabalhador, diminuindo assim os impactos negativos na saúde deles. A ginástica laboral é feita no próprio local de trabalho, durante a sua jornada diária, visando melhorar a condição física do trabalhador, diminuindo assim os impactos negativos na saúde dos mesmos.

Na Fade-UFPE, a ginástica laboral vem funcionando de maneira positiva, no auditório da fundação. “A ginástica laboral traz diversos benefícios para o trabalhador como a prevenção do risco de lesões por esforço repetitivo e doenças ocupacionais, além de trabalhar o lado psicológico com dinâmicas de grupo”, explica Fernanda Alencar, educadora física que trabalha com os funcionários da Fade-UFPE.

Durante as aulas, são utilizados diversos recursos de apoio como bastão, bolas, colchonetes e cadeiras. Todos os exercícios são feitos com música ambiente e contam com a participação de muitos funcionários. Na Fade-UFPE, a atividade é feita três vezes por semana, em quatro salas, das 8h15 às 9h15.

Novos cursos de extensão e aperfeiçoamento na UFPE

Inscrições podem ser feitas no Centro de Ciências Sociais Aplicadas

Juliana Preto

O MBA Executivo da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, vinculado ao Departamento de Ciências Administrativas (DCA), promove, a partir de maio, três cursos de aperfeiçoamento e seis de extensão. “Para os cursos de aperfeiçoamento é necessário o candidato ter uma graduação, ao contrário dos cursos de extensão, que qualquer pessoa pode participar”, explica o coordenador geral do programa MBA executivo da UFPE, Mário Albuquerque.

Os nove cursos têm recursos administrados pela Fade/UFPE. As inscrições estão abertas e devem ser feitas na secretaria do MBA, na sala D1-A do 1º andar do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), das 9h às 13h e das 14h às 20h. Outras informações pelo telefone 2126.8878.

Com 29 anos de experiência, a Fade-UFPE tem por objetivo dar apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão da universidade. A fundação é um dos principais elos entre o conhecimento acadêmico e a sociedade, por meio de ações voltadas ao desenvolvimento educacional, cultural, tecnológico e científico.

Petrobrás investe em laboratórios da UFPE

Três novas unidades estão sendo construídas na universidade

Everson Teixeira

Ampliar e incentivar a produção científica. Essas são metas traçadas na Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Entre as propostas implantadas que estão dando certo, está uma parceria entre a universidade e a Petrobrás, que está viabilizando a construção de laboratórios, aumentando, assim, o número de pesquisas desenvolvidas.

Os investimentos estão sendo administrados Fade/UFPE e concentrados na construção de laboratórios como o de Biologia Molecular Aplicada à Tecnologia Ambiental (Labiota) e Paleontologia e Monitoramento Ambiental Marinho. “Nossa expectativa é estar operando dentro de três meses. No local, vamos abrigar um museu oceanográfico, com a coleção de material da fauna e flora marinhas, colhido no Norte e Nordeste nos últimos 60 anos”, revela a coordenadora do laboratório de Monitoramento Ambiental Marinho, Sigrid Neumann Leitão.

Com a construção das unidades de pesquisa, a UFPE espera ampliar a quantidade de bolsas de pós-graduação, valorizando assim os pesquisadores. “Espaços como esses são muito importantes, pois, são bem equipados e consequentemente ampliam o número de pesquisas”, defende a coordenadora do laboratório de Paleontologia, Alcina Barreto. Ainda de acordo com ela, a unidade, que não tem previsão de ficar pronta, será divida em dois módulos. O primeiro vai abrigar uma coleção científica paleontológica e o segundo uma sala de preparação de microfósseis.

Nos estudos sobre o meio ambiente, entre os investimentos mais importantes está a construção do Labiota. “Com esse espaço, a estimativa é dar um grande apoio às pesquisas que dizem respeito à cadeia produtiva do petróleo. A intenção é realizar estudos que diminuam e até previnam os danos ambientais provocados pela extração”, afirma o coordenador do Labiota Mário Kato.