Atenção idosos!

Álvaro Júnior

17/06/2015

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica cronologicamente a pessoa idosa com mais de 65 anos em países desenvolvidos e com mais de 60 nos que estão em desenvolvimento. De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), é importante enfatizar os cuidados com a visão na terceira idade, em consequência do processo de envelhecimento. No entanto, a maioria da população ainda desconhece isso. Geralmente, pacientes com mais de 40 anos já começam a demonstrar sintomas da presbiopia – quando a vista apresenta sensação de cansaço e dificuldade para ler de perto.
Ainda segundo a SOB, existem três graves problemas visuais que podem causar a cegueira logo cedo: catarata, glaucoma e a degeneração macular relacionada á idade (DRMI). Das três patologias, a catarata é a única cuja cegueira é reversível, mas somente mediante cirurgia. Ela é responsável pela opacidade do cristalino, que provoca a visão embaçada.
Estima-se que existam 900 mil brasileiros com glaucoma, mas acredita-se que o número seja maior, devido ao desconhecimento. A doença causa a perda progressiva da visão lateral. Extremamente grave, se não diagnosticada a tempo e tratada, ela pode levar à cegueira irreversível, pela destruição das células da retina e do nervo óptico. O glaucoma acomete 4% da população acima dos 40 anos. É necessário redobrar a atenção se houver casos diagnosticados na família. Nestas situações, recomendam-se exames oftalmológicos mais frequentes, assim como para os hipertensos ou diabéticos.
A degeneração macular relacionada à idade (DRMI) – lesão na mácula na parte central do olho – afeta tanto a visão para perto quanto para longe. Esmaecimento das cores, percepção de uma área escura ou vazia no centro da visão e a alteração do tamanho dos objetos são os primeiros sintomas. A doença atinge quase 2,9 milhões de brasileiros acima de 65 anos de idade e pode levar a cegueira parcial ou total. No entanto, 80% dessas doenças têm prevenção e tratamento.
Não fumar, não se expor ao sol sem proteção (óculos, chapéu e filtro solar) e adotar uma alimentação saudável são algumas recomendações do Instituto de Olhos Clovis Paiva. A unidade – localizada no bairro da Boa Vista, Centro do Recife – realiza consultas, exames complementares e adaptação de lentes de contato. O local possui instalações modernas e amplo estacionamento. Visitar periodicamente um oftalmologista são garantias para manter a boa visão.
*Informações retiradas no site da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica cronologicamente a pessoa idosa com mais de 65 anos em países desenvolvidos e com mais de 60 nos que estão em desenvolvimento. De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), é importante enfatizar os cuidados com a visão na terceira idade, em consequência do processo de envelhecimento. No entanto, a maioria da população ainda desconhece isso. Geralmente, pacientes com mais de 40 anos já começam a demonstrar sintomas da presbiopia – quando a vista apresenta sensação de cansaço e dificuldade para ler de perto.

Ainda segundo a SOB, existem três graves problemas visuais que podem causar a cegueira logo cedo: catarata, glaucoma e a degeneração macular relacionada á idade (DRMI). Das três patologias, a catarata é a única cuja cegueira é reversível, mas somente mediante cirurgia. Ela é responsável pela opacidade do cristalino, que provoca a visão embaçada.

Estima-se que existam 900 mil brasileiros com glaucoma, mas acredita-se que o número seja maior, devido ao desconhecimento. A doença causa a perda progressiva da visão lateral. Extremamente grave, se não diagnosticada a tempo e tratada, ela pode levar à cegueira irreversível, pela destruição das células da retina e do nervo óptico. O glaucoma acomete 4% da população acima dos 40 anos. É necessário redobrar a atenção se houver casos diagnosticados na família. Nestas situações, recomendam-se exames oftalmológicos mais frequentes, assim como para os hipertensos ou diabéticos.

A degeneração macular relacionada à idade (DRMI) – lesão na mácula na parte central do olho – afeta tanto a visão para perto quanto para longe. Esmaecimento das cores, percepção de uma área escura ou vazia no centro da visão e a alteração do tamanho dos objetos são os primeiros sintomas. A doença atinge quase 2,9 milhões de brasileiros acima de 65 anos de idade e pode levar a cegueira parcial ou total. No entanto, 80% dessas doenças têm prevenção e tratamento.

Não fumar, não se expor ao sol sem proteção (óculos, chapéu e filtro solar) e adotar uma alimentação saudável são algumas recomendações do Instituto de Olhos Clovis Paiva. A unidade – localizada no bairro da Boa Vista, Centro do Recife – realiza consultas, exames complementares e adaptação de lentes de contato. O local possui instalações modernas e amplo estacionamento. Visitar periodicamente um oftalmologista são garantias para manter a boa visão.

*Informações retiradas no site da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO)

Exame

Manoela Siqueira

08/06/15

O exame de fundo de olho, também conhecido como fundoscopia ou oftalmoscopia, possibilita o diagnóstico de doenças que vão além da visão. Segundo o oftalmologista Luís Fernando Paiva, que atende no Instituto de Olhos Clóvis Paiva, na Boa Vista, zona central do Recife, é fundamental que o especialista realize o exame de fundo de olho em seu paciente. “Esse exame pode, além de revelar doenças relacionadas à visão, como glaucoma, servir para ajudar no diagnóstico de doenças graves como AIDS, diabetes, câncer, leucemia, inflamações reumáticas, tuberculose, toxoplasmose, problemas vasculares e disfunção na tireoide”, alerta.

Durante o exame, é visualizada toda a área localizada entre o cristalino – estrutura semelhante à de uma lente que fica atrás da íris – e a retina – camada de células responsáveis por captar as imagens. O especialista explica que através dos vasos sanguíneos, da largura e coloração das veias, por exemplo, podem ser detectados problemas de pressão arterial e colesterol.

“Alteração na cor da íris pode indicar a existência de algum tumor, olhos muito saltados da órbita podem estar relacionados a disfunção na tireoide e pupila dilatada pode ser sinal de hipertensão arterial”, exemplifica o oftalmologista. A Organização Mundial da Saúde – OMS – aconselha que todos os recém-nascidos façam o exame, uma vez que cerca de 500 mil crianças ficam cegas por ano. Os especialistas recomendam a visita ao oftalmologista pelo menos, uma vez por ano.

Cuidados com a visão

Manoela Siqueira e Diego Ximenes

31.03.2015

As crianças estão cada vez mais ligadas a todas as novidades do setor de informática e tecnologia. Aparelhos digitais como celulares, tablets e ipods estão substituindo gradativamente os brinquedos. O contato com esses dispositivos está acontecendo cada vez mais cedo, fato que ajuda no desenvolvimento visual e neurológico da criança. Mesmo assim, no entendimento do oftalmologista José de Barros, do Instituto de Olhos Clóvis Paiva, na Boa Vista, área central do Recife, esse uso deve ser controlado pelos pais ou responsáveis.

“Tudo em excesso pode prejudicar. Isso vale também para o uso de aparelhos eletrônicos que, quando usados de forma exagerada, podem causar problema na vista”, informa o oftalmologista. Já no caso dos adultos, ele orienta não ultrapassar mais de oito horas diárias. Porém, se a pessoa precisa trabalhar mais do que esse tempo, é importante fazer pausas. “Algumas piscadas seguidas podem ser um bom exercício, pois ajudam na lubrificação ocular”, aconselha.

As piscadas servem para afastar outra dificuldade causada pela quantidade de horas em frente a um aparelho digital, que é o olho seco. Essa é uma situação que está se tornando cada vez mais comum, tanto por conta da redução do reflexo do piscar, como também pela própria luminosidade da tela que leva à maior evaporação lacrimal. Nos casos mais brandos, diz o médico, lágrimas artificiais podem ser utilizadas. Em alguns casos, usa-se também um gel lubrificante. O especialista ressalta ainda que o uso de protetores de tela e a diminuição do uso de ar-condicionado ajudam a evitar o problema.

Tecnologia x crianças

Manoela Siqueira

19/03/2014

No mundo altamente tecnológico em que vivemos, as crianças estão cada vez mais ligadas a todas as novidades do setor de informática e tecnologia. No tradicional Dia das Crianças, elas já vêm trocando as bonecas e os carrinhos pelos celulares, tablets e ipods há algum tempo. Esse contato tem acontecido cada vez mais cedo. Mas, ao contrário que se possa imaginar, a proximidade precoce com esses equipamentos ajuda no desenvolvimento visual e neurológico da criança.

Segundo o oftalmologista José de Barros, que atende no Instituto de Olhos Clóvis Paiva, na Boa Vista, centro do Recife, não existe uma indicação de idade para começar a utilizar os equipamentos virtuais, mas o contato deve ser moderado. Para os adultos, ele aconselha não ultrapassar oito horas diárias. Porém, se a pessoa precisa trabalhar mais do que isso, é importante fazer pausas. O especialista ensina que algumas piscadas seguidas podem ser um bom exercício, pois ajudam na lubrificação ocular.

“Mexer em aparelhos eletrônicos enquanto dirige ou anda de ônibus também não traz nenhum malefício, do ponto de vista ocular, à pessoa, pois o balanço do veículo não vai causar nenhum deslocamento na retina, como muita gente imagina”, destaca. Quem tem catarata ou glaucoma não tem restrição de contato com os equipamentos eletrônicos, ainda de acordo com o médico, pois o uso deles não leva ao agravamento das doenças.

O oftalmologista alerta para o principal problema relacionado ao uso dos meios tecnológicos, o olho seco, que está se tornando cada vez mais comum, tanto por conta da redução do reflexo do piscar, como também pela própria luminosidade da tela que leva à maior evaporação lacrimal. Nos casos mais brandos, diz o médico, lágrimas artificiais podem ser utilizadas. Em alguns casos, usa-se também um gel lubrificante. O especialista ressalta ainda que o uso de protetores de tela e a diminuição do uso de ar-condicionado ajudam a evitar o problema.

Dia Mundial da Visão

Diego Ximenes

O Dia Mundial da Visão, comemorado nesta quinta-feira (10), foi lançado pela Fundação Internacional dos Lions Clubes, em 1998. A proposta, desde a criação, é de informar à população que até 75% da cegueira resulta de sintomas previsíveis ou até tratáveis. Além disso, sem os cuidados adequados, a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo. Já em crianças, a média fica em uma vítima por minuto. Na ideia original, a data faz parte do programa oficial Visão 2020: o direito à visão até 2020. O projeto visa eliminar a cegueira evitável em todo o mundo até os próximos sete anos.

A data também lembra a luta dos oftalmologistas, que tentam orientar as pessoas, da maneira mais eficaz, no sentido de prevenir as doenças oculares. Simples ações como não passar muito tempo no computador, evitar a concentração em algum ponto fixo e até usar colírios lubrificantes para evitar as irritações podem prolongar a vida útil da visão.

Todas as recomendações são do especialista em oftalmologia, Luiz Fernando Paiva, do Instituto de Olhos Clóvis Paiva. Ele ainda ressalta que um exame oftalmológico é a única forma de se diagnosticar com precisão os problemas oculares. “ Nenhuma mudança na visão deve ser ignorada. Quando a pessoa sentir uma leve alteração, deve procurar um especialista para um exame mais elaborado. Um diagnostico realizado com rapidez pode facilitar no tratamento de várias doenças, como o ceratocone, glaucoma ou até mesmo a degeneração macular “, pontuou.