Limpeza dos olhos

Álvaro Júnior

06/07/2015

Diariamente, os olhos são expostos a poluentes do ar, bactérias da pele, microrganismos trazidos pelo vento, cosméticos e a uma diversidade grande de outros agressores. De acordo com o oftalmologista Luís Fernando Paiva, as pálpebras e pestanas oferecem determinado bloqueio, mas, às vezes, essas superfícies não garantem a proteção completa da visão. “As influências externas podem originar incômodos nos olhos e nas pálpebras, como as conjuntivites e secreções secas”, explica o especialista do Instituto de Olhos Clóvis Paiva, localizado no bairro da Boa Vista, região central do Recife. Ainda de acordo ele, a higiene é uma importante ação de prevenção, mesmo depois de tratamentos efetuados em clínicas oftalmológicas.

A simples lavagem do rosto, feita geralmente com xampu suave, pode retirar as impurezas nos olhos quase por completo. Deve-se prevenir a inflamação do bordo da pálpebra com limpeza diária, utilizando cotonete, principalmente em casos de pele gordurosa. “Perto das pálpebras, se encontram as glândulas sebáceas sujeitas a obstrução de poros. Isto pode originar inflamações desagradáveis”, informa. A maquiagem também requer cuidados no momento da remoção do produto e da limpeza ao redor doolho. “Durante a noite, podem entrar facilmente partículas de cosméticos nos olhos e provocar irritações”, completa.

Soros especiais e gel para lavagem podem ser encontrados em farmácias. Esses banhos têm efeito refrescante sobre olhos secos e irritados, muitas vezes, resultado do esforço em frente ao computador ou à televisão, além da leitura intensa. O cuidado com a pele, sendo parte da higiene ocular, é importante pela prevenção de rugas que dificultam a articulação da visão. Informe-se mais sobre o assunto com os oftalmologistas do Instituto de Olhos Clovis Paiva. A clínica recebe pacientes de todas as idades, com equipe médica experiente e equipamentos de última geração. Além do amplo estacionamento, o local é referência em tratamento da visão.

Atenção idosos!

Álvaro Júnior

17/06/2015

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica cronologicamente a pessoa idosa com mais de 65 anos em países desenvolvidos e com mais de 60 nos que estão em desenvolvimento. De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), é importante enfatizar os cuidados com a visão na terceira idade, em consequência do processo de envelhecimento. No entanto, a maioria da população ainda desconhece isso. Geralmente, pacientes com mais de 40 anos já começam a demonstrar sintomas da presbiopia – quando a vista apresenta sensação de cansaço e dificuldade para ler de perto.
Ainda segundo a SOB, existem três graves problemas visuais que podem causar a cegueira logo cedo: catarata, glaucoma e a degeneração macular relacionada á idade (DRMI). Das três patologias, a catarata é a única cuja cegueira é reversível, mas somente mediante cirurgia. Ela é responsável pela opacidade do cristalino, que provoca a visão embaçada.
Estima-se que existam 900 mil brasileiros com glaucoma, mas acredita-se que o número seja maior, devido ao desconhecimento. A doença causa a perda progressiva da visão lateral. Extremamente grave, se não diagnosticada a tempo e tratada, ela pode levar à cegueira irreversível, pela destruição das células da retina e do nervo óptico. O glaucoma acomete 4% da população acima dos 40 anos. É necessário redobrar a atenção se houver casos diagnosticados na família. Nestas situações, recomendam-se exames oftalmológicos mais frequentes, assim como para os hipertensos ou diabéticos.
A degeneração macular relacionada à idade (DRMI) – lesão na mácula na parte central do olho – afeta tanto a visão para perto quanto para longe. Esmaecimento das cores, percepção de uma área escura ou vazia no centro da visão e a alteração do tamanho dos objetos são os primeiros sintomas. A doença atinge quase 2,9 milhões de brasileiros acima de 65 anos de idade e pode levar a cegueira parcial ou total. No entanto, 80% dessas doenças têm prevenção e tratamento.
Não fumar, não se expor ao sol sem proteção (óculos, chapéu e filtro solar) e adotar uma alimentação saudável são algumas recomendações do Instituto de Olhos Clovis Paiva. A unidade – localizada no bairro da Boa Vista, Centro do Recife – realiza consultas, exames complementares e adaptação de lentes de contato. O local possui instalações modernas e amplo estacionamento. Visitar periodicamente um oftalmologista são garantias para manter a boa visão.
*Informações retiradas no site da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica cronologicamente a pessoa idosa com mais de 65 anos em países desenvolvidos e com mais de 60 nos que estão em desenvolvimento. De acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), é importante enfatizar os cuidados com a visão na terceira idade, em consequência do processo de envelhecimento. No entanto, a maioria da população ainda desconhece isso. Geralmente, pacientes com mais de 40 anos já começam a demonstrar sintomas da presbiopia – quando a vista apresenta sensação de cansaço e dificuldade para ler de perto.

Ainda segundo a SOB, existem três graves problemas visuais que podem causar a cegueira logo cedo: catarata, glaucoma e a degeneração macular relacionada á idade (DRMI). Das três patologias, a catarata é a única cuja cegueira é reversível, mas somente mediante cirurgia. Ela é responsável pela opacidade do cristalino, que provoca a visão embaçada.

Estima-se que existam 900 mil brasileiros com glaucoma, mas acredita-se que o número seja maior, devido ao desconhecimento. A doença causa a perda progressiva da visão lateral. Extremamente grave, se não diagnosticada a tempo e tratada, ela pode levar à cegueira irreversível, pela destruição das células da retina e do nervo óptico. O glaucoma acomete 4% da população acima dos 40 anos. É necessário redobrar a atenção se houver casos diagnosticados na família. Nestas situações, recomendam-se exames oftalmológicos mais frequentes, assim como para os hipertensos ou diabéticos.

A degeneração macular relacionada à idade (DRMI) – lesão na mácula na parte central do olho – afeta tanto a visão para perto quanto para longe. Esmaecimento das cores, percepção de uma área escura ou vazia no centro da visão e a alteração do tamanho dos objetos são os primeiros sintomas. A doença atinge quase 2,9 milhões de brasileiros acima de 65 anos de idade e pode levar a cegueira parcial ou total. No entanto, 80% dessas doenças têm prevenção e tratamento.

Não fumar, não se expor ao sol sem proteção (óculos, chapéu e filtro solar) e adotar uma alimentação saudável são algumas recomendações do Instituto de Olhos Clovis Paiva. A unidade – localizada no bairro da Boa Vista, Centro do Recife – realiza consultas, exames complementares e adaptação de lentes de contato. O local possui instalações modernas e amplo estacionamento. Visitar periodicamente um oftalmologista são garantias para manter a boa visão.

*Informações retiradas no site da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO)

Exame

Manoela Siqueira

08/06/15

O exame de fundo de olho, também conhecido como fundoscopia ou oftalmoscopia, possibilita o diagnóstico de doenças que vão além da visão. Segundo o oftalmologista Luís Fernando Paiva, que atende no Instituto de Olhos Clóvis Paiva, na Boa Vista, zona central do Recife, é fundamental que o especialista realize o exame de fundo de olho em seu paciente. “Esse exame pode, além de revelar doenças relacionadas à visão, como glaucoma, servir para ajudar no diagnóstico de doenças graves como AIDS, diabetes, câncer, leucemia, inflamações reumáticas, tuberculose, toxoplasmose, problemas vasculares e disfunção na tireoide”, alerta.

Durante o exame, é visualizada toda a área localizada entre o cristalino – estrutura semelhante à de uma lente que fica atrás da íris – e a retina – camada de células responsáveis por captar as imagens. O especialista explica que através dos vasos sanguíneos, da largura e coloração das veias, por exemplo, podem ser detectados problemas de pressão arterial e colesterol.

“Alteração na cor da íris pode indicar a existência de algum tumor, olhos muito saltados da órbita podem estar relacionados a disfunção na tireoide e pupila dilatada pode ser sinal de hipertensão arterial”, exemplifica o oftalmologista. A Organização Mundial da Saúde – OMS – aconselha que todos os recém-nascidos façam o exame, uma vez que cerca de 500 mil crianças ficam cegas por ano. Os especialistas recomendam a visita ao oftalmologista pelo menos, uma vez por ano.

Cuidados com a visão

Manoela Siqueira e Diego Ximenes

31.03.2015

As crianças estão cada vez mais ligadas a todas as novidades do setor de informática e tecnologia. Aparelhos digitais como celulares, tablets e ipods estão substituindo gradativamente os brinquedos. O contato com esses dispositivos está acontecendo cada vez mais cedo, fato que ajuda no desenvolvimento visual e neurológico da criança. Mesmo assim, no entendimento do oftalmologista José de Barros, do Instituto de Olhos Clóvis Paiva, na Boa Vista, área central do Recife, esse uso deve ser controlado pelos pais ou responsáveis.

“Tudo em excesso pode prejudicar. Isso vale também para o uso de aparelhos eletrônicos que, quando usados de forma exagerada, podem causar problema na vista”, informa o oftalmologista. Já no caso dos adultos, ele orienta não ultrapassar mais de oito horas diárias. Porém, se a pessoa precisa trabalhar mais do que esse tempo, é importante fazer pausas. “Algumas piscadas seguidas podem ser um bom exercício, pois ajudam na lubrificação ocular”, aconselha.

As piscadas servem para afastar outra dificuldade causada pela quantidade de horas em frente a um aparelho digital, que é o olho seco. Essa é uma situação que está se tornando cada vez mais comum, tanto por conta da redução do reflexo do piscar, como também pela própria luminosidade da tela que leva à maior evaporação lacrimal. Nos casos mais brandos, diz o médico, lágrimas artificiais podem ser utilizadas. Em alguns casos, usa-se também um gel lubrificante. O especialista ressalta ainda que o uso de protetores de tela e a diminuição do uso de ar-condicionado ajudam a evitar o problema.

Rendimento escolar

Manoela Siqueira

23.02.15

Com o fim das férias e do feriadão do carnaval, os estudantes voltam à rotina da sala de aula nesta segunda-feira 23. Logo no início do ano letivo, os pais devem ficar atentos aos pequenos sinais que podem indicar problemas na visão dos filhos. O alerta é do oftalmologista Luís Fernando Paiva, do Instituto de Olhos Clóvis Paiva, localizado na Boa Vista, no centro do Recife. Esses sinais, se identificados com antecedência, podem melhorar e incentivar a vida escolar da criança ou adolescente. Segundo o oftalmologista, olhos vermelhos, lacrimejantes e a piscada rápida podem indicar alguma doença refrativa. “Geralmente é um quadro de miopia, hipermetropia ou astigmatismo. Esses problemas, muitas vezes, prejudicam o dia a dia do aluno, gerando desinteresse pelos estudos e mau rendimento escolar”, ressalta o médico.

Prestar atenção se o filho está com dificuldade para enxergar de longe, de perto ou se tem a visão borrada é regra básica para os pais. “As doenças refrativas são descobertas por meio de um exame simples, indolor e rápido e, na maioria dos casos, são corrigidas com o uso de óculos de grau ou lentes de contato”, comenta.

De acordo com o especialista, é mais difícil diagnosticar problemas de vista em crianças porque elas geralmente não falam que estão com dificuldade para enxergar.  Por isso, é importante observar e conversar com elas. “Convém também observar o adolescente que utiliza muito o computador e o smartphone. O excesso de exposição a esses equipamentos pode ocasionar doenças oculares”, finaliza Paiva.